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segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Confiança

= Fé que se deposita em alguém, familiaridade.


Sempre fui clara quanto ao que seria fundamental para mim numa amizade: confiança.
Acho que quando falha, é muito o que se perde e muito pouco aquilo que fica.
Com a S., com a J. e com o D. foi isto que aconteceu. Uma quebra de confiança. 
Ainda que me possam chamar radical, se eu não confio em alguém, não me sinto de todo à vontade para partilhar o que quer que seja. Quer seja importante quer seja um pormenor insignificante.
Um dos motivos para a tal quebra, é para mim, exporem aquilo que eu digo como se de assunto de extrema importância nacional se tratasse. Mas porque raio se eu digo algo a A, A tem de ir contar a B? Parece-me lógico, que se eu quiser que B saiba também lhe direi, ou não? Como é que se pode confiar em alguém assim? E pior, como é que alguém nos pode vir cobrar que não confiamos quando não nos dá motivo para tal? Ou sou eu que sou muito estúpida ou esta gente não tem inteligência suficiente para perceber o que está em causa.
Depois disto, detesto que me venham com balelas de que somos todos 'bué' amigos na mesma.




Já lá dizia alguém sábio "It takes years to build trust, and a few seconds to destroy it".







(Talvez o post mais azedo de sempre xD)



segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Dias imperfeitos

Depois há aqueles dias em que o coração fica do tamanho de uma ervilha. Em que o pai está doente. Em que a afilhada passa o dia no hospital a ser aspirada e a chorar como uma doida. Em que eu própria não consigo estudar e questiono tudo. Em que um amigo não pára de mandar mensagens e não percebe que se eu não respondo é porque não quero. Dias vazios e sem sentido nenhum. Dias em que o chão faz falta. Em que nem tudo é intacto.